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11 de jul. de 2016

Crash Bandicoot: The Huge Adventure - Falando do jogo

Capa da versão Americana.
   A serie de postagens, Falando do jogo, é sem sombras de duvidas, uma das minhas series de postagens favoritas, e digo que não há nada melhor para essa serie, do que falar de jogo bom, e nessa postagem irei falar sobre Crash Bandicoot.
   Ao lado, você pode conferir a capa do jogo Crash Bandicoot: The Huge Adventure, decidi falar desse jogo, por alguns motivos, o primeiro é que a maioria das pessoas que falam de Crash Bandicoot, falam apenas dos jogos lançados para Playstation One, e ignoram os demais jogos, além de que muitas pessoas que dizem serem fãs de Crash Bandicoot, tem o pensamento errôneo de que apenas os jogos lançados para Sony Playstation One são bons e que os demais são ruins, o que é um enorme erro, a serie Crash Bandicoot, ainda recebeu bons jogos, e é muito triste que mesmo sendo bons jogos, eles acabem ficando na obscuridade, sendo desconhecida por muitos.
   Crash Bandicoot: The Huge Adventure, é  o sétimo jogo da serie Crash Bandicoot, a ser lançado, o mesmo nasceu através de uma parceria entre a Universal, dona dos direitos autorais do Crash naquele momento, com a Konami, o foco dessa parceria, não era apenas produzir jogos da serie Crash Bandiccot, para outros consoles, fora os da Sony, mas também, tirar a imagem de ''Mascote da Sony'' que Crash Bandicoot acabou adquirindo, e o transforma-lo no mascote da Universal, este foi o primeiro jogo a não ser lançado para consoles Playstation, sendo exclusivo do Game Boy Advance, uma versão para Game Boy Color, chegou a ser planejada, mas foi cancelada, produzido pela Vicarious Vision, o jogo foi publicado em território ocidental, pela Universal, e no Japão foi publicado pela Konami.
Lançamento do jogo de acordo com a região.
Capa do versão Japonesa.
  • América: 25 de fevereiro de 2002.
  • Europa: 15 de março de 2002.
  • Japão: 18 de julho de 2002.
   O jogo contou com a participação de Karthik Bala (Produtor Executivo, Gestor de Projeto e Designer), Tobi Saulnter (Produtor Executivo), Jesse Booth (Gestor de Projeto), Mike Meischeid (Gestor de Projeto), Daniel Suares (Produtor Senior), Sean Krankel (Produtor), Carlos Schulte (Coordenador de produção), Luis Barriga (Designer), Todd Massen (Compositor), Manfred Linzner (Efeitos Sonoros).
E teve o apoio de Red Eye Studios, com os gráficos, animações e design, da Cosmigo com suporte de códigos e da Shin'En Multimedia pelas faixas de áudio usadas nas morte do jogador e foi testado pela Absolute Quality Inc.

Estória do jogo.
   Considerando o cenário mostrado no inicio do jogo, e o fato de que o Doutor Neo Cortex conhecer o Uka Uka, especulasse que os eventos ocorridos nesse jogo, se passem posteriormente aos eventos ocorridos em Crash Bandicoot 3: Warped.
Uka Uka, está demasiado descontente com o Doutor Neo Cortex, devido ao fato de que o mesmo não ter conseguido dominar o mundo, tendo seus planos frustrados mais uma vez pelo marsupial Crash Bandicoot, preocupado em agradar Aku Aku e se vingar de uma vez por todas com Crash, Neo Cortex, traça seu novo plano. Com o auxilio da arma Planetary Minimizer, arma que usa como combustível cristais, Neo Cortex diminui o planeta Terra, para o tamanho de uma uva, assim supostamente impedindo Crash, Coco e Aku Aku de frustar seus planos, devido ao seu feito, Neo Cortex, faz uma, transmissão, interferindo em várias redes televisivas da Terra, para se gabar e insultar, o agora minúsculos habitantes do planeta.
   Mas, pelo bem de todos, ao saber disso, Aku Aku, logo comunica Crash e Coco, sobre o ocorrido, e sabendo que a arma de Neo Cortex, funciona utilizando de combustível o poder dos cristais, Coco cria um plano, viajar pelo mundo em busca de cristais do mesmo tipo utilizados pelo Neo Cortex, para assim reverter os efeitos da Planetary Minimizer, assim devolvendo a Terra, o seu tamanho natural, e claro, que sobra para Crash Bandicoot recolher esses cristais, que são vinte ao todo.
   Mas para isso, Crash deverá passar por vários desafios e enfrentar vários inimigos, numa ''aventura gigante''. 

Jogabilidade.

   Crash Bandicoot: The Huge Adventure, é um jogo de plataforma 2D, cujo a tela, segue o esquema de rolagem lateral, mesmo assim, ele segue o esquema dos jogos clássicos da serie, se baseando principalmente do Crash Bandicoot 3: Warped, nele Crash teve se aventurar por vinte fases, dividas em quatro turnos, cada um com um chefe no final, para poder se locomover de uma fase para a outra, Crash fica num Hub, muito semelhante ao terceiro jogo da serie.
   O principal foco do jogo esta em passar de fases, pegar o cristal da mesma, sendo um por fase, para enfrentar o chefe do turno, é necessário pegar os cristais das cinco fases, para assim avançar para o próximo turno, até chegar no confronto final com o Neo Cortex, além disso também tem outras tarefas a se fazer no jogo.
   Coletar as gemas, sendo uma por fase, que para a coletar é necessário destruir todas as caixas da fase, que a gema aparece no final da mesma, sendo vinte gemas a serem coletadas desse jeito, mas tem outras cinco, que para pegar tem que explorar as fases, pois cada uma delas estão escondidas em níveis diferentes, existem também gemas coloridas que abrem caminhos secretos pelas fases.
   E por fim o ultimo coletável são as relíquias, que são vinte ao todo, uma por fase, para adquiri-las é necessário jogar de novo as fases, apenas as fases cujo o jogador já tenho coletado o cristal, logo no inicio se encontra um relógio, ao coleta-lo vai se iniciar o modo Time Trial, aonde o jogo deve passar de fase de forma a quebrar o recorde da fase, cada fase tem um tempo especifico para ser quebrado, ao quebrar esse tempo a relíquia é concetida ao jogador.
   As fases são baseadas nas fases dos jogos Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back e Crash Bandicoot 3: Warped, e consequentemente seus inimigos também são, temos fases em florestas, em ruinas, no gelo, no esgoto, debaixo d'água, fora d'água e até em uma estação espacial, dos inimigos se encontra largados, plantas carnívoras, robôs, tubarões, baiacus, enguias, pássaros, ratos e vários outros.
No jogo Crash conta com seus ataques tradicionais.
  • Pulo, usado para atingir plataformas mais altas e saltar sobre buracos, e outros tipos de armadilhas.
  • Carrinho, usado para atacar um inimigo por baixo,se ficar com o botão do carrinho apertado, Crash se abaixa e engatinha, tanto carrinho como o ato de engatinhar, são usados principalmente para fazer com que Crash passa por lugares apertados.
  • Ataque giratório, ataque mais clássico do Crash, aonde o mesmo apenas gira com os braços abertos e golpeia inimigos próximos.
  • O tradicional ''Tchacabum'', ataque aonde o Crash pula e caí no chão de forma da bater com a barriga, causando um impacto considerável, sendo esse o golpe mais forte do Crash.
   Claro, que características tradicionais da serie, estão presente nesse jogo, como as Wumpa Fruits, as caixas, para se quebrar, tendo caixas comuns, caixas TNT, caixas Nitro, caixas de vida, caixas detonadores, que fazem todas as caixas Nitro explodirem, caixas de Aku Aku e claro as caixas Checkpoint.
   O jogo contém quatro chefes, um por turno, sendo eles o Dingodille, Doutor N. Gin, Tiny Tiger e o Doutor Neo Cortex, sem contar numa ''fusão'' maluca de todos esses chefes, chamada de Mega Mix.

OST (Original SoundTrack) - Trilha Sonora.

   A OST do jogo, contém músicas de jogos anteriores refeitas para o hardware sonoro do Game Boy Advance, sendo compostas por Todd Massen, a trilha sonora do jogo é competente.


   Vídeo publicado pelo canal, Bibi Bremmus, crétidos ao mesmo.
Site para você baixar a trilha sonora do jogo.
http://downloads.khinsider.com/game-soundtracks/album/crash-bandicoot-the-huge-adventure

Vídeo com uma Gameplay do jogo, para que você possa ver o jogo em ação.


   Vídeo publicado pelo canal World of Longplays, por isso, créditos ao mesmo.

Considerações Finais.


   Crash Bandicoot: The Huge Adventure, é um jogo que faz jus a serie, sendo bastante elogiado por fãs e pela critica, o jogo é considerado uma conversão dos jogos clássicos para o Game Boy Advance , e não é atoa, o jogo traz elementos clássicos e os incorpora numa nova aventura, por esse e outros motivos, o jogo recebeu uma sequência, chamada de Crash Bandicoot 2: N-Tranced, que por sinal também é muito boa.
   Quero agradecer a você, pela sua visualização, caso tenha gostado da postagem, peço humildemente que deixe o seu +1, Gdo Games também esta no Facebook e no Google+, fique a vontade para utilizar o campo dos comentários.
   Quando essa postagem atingir 50 visualizações, faço uma publicação falando da sequência Crash Bandicoot 2: N-Tranced, mais uma vez muito obrigado pela sua visita e até a próxima. ;)

23 de nov. de 2015

Power Rangers Lightspeed Rescue Serie + Falando do jogo (PlayStation One)

E hoje, com muita alegria vim trazer, mais uma postagem da serie Falando do jogo, e quem me acompanha sabe que gosto muito de Power Rangers e Super Sentai, já fiz uma postagem falando do jogo Power Rangers Time Force de PSO, link abaixo.
http://gdogames.blogspot.com.br/2015/08/power-rangers-forca-do-tempo-serie-4.html
Hoje, é diferente e vim falar de seu antecessor, Power Rangers Lighstpeed Rescue.
O jogo possui versão para Nintendo 64 e Game Boy Color, mas essa postagem é especifico para a versão de PlayStation One, essa versão produzida pela Climax, a data de lançamento muda de acordo com  a versão, mas é dito que o lançamento foi no dia 1 de junho de 2000.
O jogo foi baseado na serie de mesmo nome Power Rangers Lightspeed Rescue, serie produzida pela Saban no ano 2000, e usou de adaptações de cenas de KyuuKyuu Sentai GoGo V. Como o jogo é baseado na serie e portando possui a mesma Estória, eu aproveito para trazer a estória da serie para você poder compreender mais sobre o universo em que o jogo se passa.

Estória da serie: (Pequenos Spoilers do ínicio da serie)

Há muitos tempos atrás, haviam demônios que moravam na terra, só possuíam uma motivação, a de conquistar e destruir tudo e todos, mas, com a força de um sacerdote, eles foram aprisionado em uma tumba, nunca mais causando problemas. Até os dias atuais, onde um grupo de arqueólogos, que estavam em meio ao deserto procurando tesouros, acabam abrindo a tumba e liberando os demônios, os mesmo que resolvem voltar ao seu antigo castelo e quando chegam na localização, vêem que aonde ficava sua base, agora tem uma cidade, a Mariner Bay e resolvem que a partir dali vão destruir a cidade, a todas as custas.
Isso seria uma catástrofe enorme, mas felizmente, sabendo desses demônios, a força tarefa Lightspeed, liderada pelo Capitão Mitchell, já estava preparada, e quando souberam que tais demônios foram libertos, colocam em pratica o seu plano de emergência. A convocação de 4 pessoas, que se tornariam os Power Rangers, os guerreiros escolhidos para derrotarem os demônios e protegerem a cidade. Mas claro, não foram quaisquer, as pessoas escolhidas estavam sendo monitoradas pela a força tarefa, ou seja, sempre estavam sendo destinados a serem Power Rangers.
Essas pessoas foram.
Carter Grayson (Sean CW Johnson): Um dos maiores bombeiros da Mariner Bay, sempre disposto a se arriscar pelos outros, sempre sonhou em ser bombeiro, deste o dia que foi salvo por um, esse homem que o salvou, ele não reconhece, pois não viu seu rosto direito, mas mesmo assim, ele criou uma admiração pelo mesmo e por isso sempre sonhou em ajudar os outros. Ele é o Vermelho.
Chad Lee (Michael Chaturantabut): Um apaixonado pela vida marinha, trabalha em um parque aquático, aonde cuida de animas marinhos. Calmo e tímido, ele é um grande lutador, e aceitou ser um Power Ranger logo que foi chamado. Ele é o Azul.
Joel Rawlings (Keith Robinson): Um famoso, pelo menos conhecido, piloto, que vive se exibindo, nos aviões que pilota, com suas acrobacias, de inicio não aceitou bem a ideia de ser um Ranger, mas como viu que a cidade precisava dele, ele aceitou. Na serie acaba se apaixonando pela Dra. Angela Fairweather, e usa o mando verde.
Kelsey Winslow (Sasha Willians): Uma esportista, que adora esportes radicais, dentre eles o seu preferido é o de escalada. Aceita entrar no time, sendo sua energia e porte físico, o que fez ela ser escolhida. É a amarela.
Dana Mitchell (Alison MacInnis): Filha do Capitão Mitchell, passou pro treinamentos pelos seu pai, sua função era a de para-médica e nunca pensou que o posto de Ranger Rosa estava destinado para si. Como viveu sempre perto da força tarefa Lighspeed, sempre foi monitorada.
Em uma ordem de esquerda para direita, os mocinhos acima: Carter Grayson, Chad Lee, Joel Rawlings, Kelsey Winslow, Dana e Ryan Mitchell. abaixo: Rainha Bansheera, Diabólico, Loki, Vypra, Olympus e Jinxer.
A base da força tarefa Lighspeed, fica debaixo da água, e é chamada de Aquabase, o motivo da base ser debaixo d'água é o fato dos demônios terem fraqueza a água. A tecnologia usada pelos Rangers foi desenvolvida pela Dra. Angela Fairweather e sua equipe de cientistas. Essa tecnologia de morfadores, zords, armas e veículos, são a principal arma dos Power Rangers contra a ameaça dos demônios. Ao longo da serie aparece um Ranger Extra o Ranger Titânio.
Abaixo confira a abertura do seriado.


Vídeo disponibilizado por Biohazard64
Créditos ao mesmo: https://www.youtube.com/channel/UC6vUFEx3Iy0PRQDmHTWXylQ
Agora que já foi contada uma sinopse da serie, vamos para a gameplay.

Gameplay:

O jogo, é do gênero de ação em 3D, quase como um Beat'up, neles podemos fazer ataques e movimentos dos jogos do gênero, como bater, chutar, pular e soltar um especial, que é marcado por uma barra abaixo da barra de vida, nesse jogo, temos que derrotar vários Battlings, que são especies de capangas, resgatar pessoas e derrotar os chefões de cada fase, enquanto passamos pelas fases. São oito no geral.
Temos a opção de escolher um Ranger, são cincos no inicio, mas pode-se liberar o sexto Ranger, o Ranger Titânio, para isso, tem que se coletar uma espécie de roda, são três no total, e estão na segunda, quinta e sétima fase. Ao escolher um Ranger, você tem que jogar com ele o jogo todo, sem a opção de alternar no meio da partida, e cada um possui uma vantagem e desvantagem para o outro, seja na força, energia ou velocidade.
A luta contra o chefe começa em fase, mas o chefe fica em arena até receber uma certa quantia de dano, daí ele foge, e os Battlings atacam, e apos derrotarmos todos, o chefe reaparece e aí a luta contra o mesmo começa de verdade, uma luta com os Megazords, nessas lutas é usado o SuperTrain MegaZord.
A sexta fase, não possui chefe e nem fim, sendo mais uma especie de passagem para a oitava fase.
Essa é típica de alguns jogos Beat'up, que são aquelas fases aonde enfrentamos todos os chefes das fases anteriores, até chegar na luta contra a rainha Bansheera.
Ela possui duas formas, a primeira, em combate normal, a segunda uma luta de Megazords, aonde usamos Ômega Megazord.
Ainda temos o sistema de senhas, os tais Password, aonde podemos usar códigos para conseguir saúda infinita, várias vidas, barra de especial que nunca se esgota, inicar em qualquer nível, menos o nível final, que só pode ser acessada jogando ou acessando um ficheiro que o jogador tenha salvo do jogo no memory card, e desbloquear o Titânio Ranger, e também acessar um acervo de fotos. É interessante ressaltar que os atores que atuaram na serie participaram da produção do jogo, com algumas faixas de áudio, que são as falas e os diálogos dos personagens.

Abaixo confira uma gameplay do jogo.


Vídeo postado pelo canal, First30Minutes
Créditos ao mesmo: https://www.youtube.com/channel/UCEaEuwKjrE2BtvKErBPQAUw
Igual a postagem de Power Rangers Força do Tempo, vou citar os atores que participaram da produção de jogos.

  • Michael Chaturantabut, que viveu Chad Lee na serie, foi um Stunt Double de Kung Lau na serie Mortal Kombat: Conquest 
  • Neil Kaplan que emprestou a voz para o demônio Diabólico, emprestou a voz em Baten Kaitos Origin como Wiseman, BioShock Infinite como John Hammond, Bonecraft como Captain Fort Worth, em Final Fantasy XIII, XIII-2 e Lightning Returns: Final Fantasy XIII como vozes adicionais, Guild Wars 2 como vários personagens, Infamous First Light como vozes adicionais, Shadow of Mordor como Nemesis Orcs, Ninja Gaiden II como Genshin, Skylanders Giants e Skylanders Swap Trap como Batterson e Hatterson, Skylanders Spyro's Adventure como Nort, StarCraft II: Wings of Liberty, como Tychus Findlay, The Last of Us com vozes adicionais e World of Warcraft: Cataclysm como Cenarius. Além de dublar outros personagens em outras temporadas de Power Rangers, como o vilão Gluto de Power Rangers Time Force.
Nem todos os atores, participaram em jogos, muitos seguiram outros ramos, como ator e até cantor, e teve muitos que infelizmente não achei biografia, das que ví, só Michael Chaturantabut participou com jogos, a de Neil Kaplan peguei na minha postagem que falei do Power Rangers Força do Tempo.
Peguei alguns dados na Wikia dedicada a Power Rangers, a Power Wiki.
Power Rangers Lightspeed Rescue é uma das minhas series favoritas, e é a segunda temporada de Power Rangers que mais gosto, o fato de ter personagens adultos que não estão mais em colégio, foi muito bom para a serie.
O jogo é muito bom e recomendo, muitos aqui vão lembrar da versão do Nintendo 64, essa que por sua vez é muito criticada, mas de uma chance para essa versão, ela é diferente no gameplay e pode lhe agradar, também indico a serie para você assistir, ela é muito boa.
Obrigado pela sua visita, Gdo Games também esta no Twitter, Facebook e Google +, caso você queira nos seguir nas redes sociais.
Obrigado e até a próxima. ;)

19 de nov. de 2015

Street Fighter Alpha. #7 Jogos que me marcaram (PlayStation One)

Depois de um grande período de tempo, sem dar sequência ao especial, Jogos que marcaram minha infância no Sony PlayStation One, finalmente venho trazer a parte 7, com o sétimo jogo, esse é Street Fighter Alpha.
Quem me conhece, sabe que não gostei de ver o Ryu no Super Smash Bros. for Wii U & 3ds, um dos motivos é a falta de jogos da serie aos consoles da Nintendo, sendo o ultimo lançamento da serie a um console de mesa da Nintendo, foi uma versão desse jogo ao Super Nintendo, e outra é que não consigo associar a marca Street Fighter aos consoles Nintendo, muito por causa desse jogo.
Produzido e publicado pela Capcom, Street Fighter Alpha, também conhecido como Street Fighter Zero, foi um jogo lançado originalmente para Arcades, que usava da placa CPS II. O jogo foi o primeiro lançamento depois de Street Fighter II, sem considerar as versões que Street Fighter II ganhou, claro. Ganhou duas continuações e versões para vários consoles, dentre eles, uma para Sega Saturn e claro, uma para Sony PlayStation One, essa por sua vez lançada no dia 29 de dezembro no Japão, janeiro de 1996 na America do Norte e maio do mesmo ano na Europa.
O jogo possuo estilo artístico similar a Darkstalkers, e sua trama se passa depois de Street Fighter e antes de Street Fighter II, mesmo se chamando Zero, em alguns lugares, ele não é o primeiro na ordem cronológica da estória, se encaixando melhor como 1.5.

Lutadores:
  • Adom: Tailandês, Adon foi um discípulo de Sagat, e seu maior objetivo é derrota-lo para ocupar o titulo de maior lutador de Muay Thai que existe, usando roupas características de lutadores desse estilo, e com um topete laranja, meio diferente, seus golpes são rápidos, agressivos e possui vários movimentos de chute. 
  • Akuma: Japonês, Akuma, é um guerreiro que apenas quer se tornar cada vez mais forte, e ''apelão'', derrotando os guerreiros mais fortes que existem, para provar sua força. Não preciso dizer que ele é ruim feito cobra de se enfrentar.  
  • Birdie: Britânico, Birdie sonha em entrar a Shadaloo, por isso tenta provar ser forte o suficiente para entrar na equipe do mal, usa ataques de wrestling e é baseado em força bruta. Seu topede moicano, que sempre pensei ser um pedaço de metal, é um dos cabelos mais exóticos da serie, principalmente por causa de um certo furo, mas não se encane achando que o penteado é só visual, ele também usa, aquilo que chama de cabelo, para dar cabeçada nos outros.
  • Charlie Nash: Americano, ele é um agente americano, que tem como missão, investigar a Shadaloo, para derrotar a gangue do Bison, ele é um grande amigo de Guile, e por isso seus ataques são muitos parecidos, sendo quase um clone, seus ataques de perna são muito fortes.  
  • Chun-Li: Chinesa, busca vingança pela morte de seu pai, que foi assassinado pelo Bison, seus ataques mais característicos são aqueles que possuem chutes, alias ela possui um movimento que é uma especie de chuva de chutes.
  • Dan Hibiki: Chinês, seu objetivo é se vingar de Sagat, pelo fato do mesmo der matado seu mestre, seus movimentos são similares aos de Ryu e Ken, só que desajeitados, e o principal foco do personagem é ser voltado mais para o humor, mesmo assim ele possui uma boa base de jogadores, já que seu jeito conquistou muito gente.
  • Guy: Americano, vindo de Final Fight, ele esta nesse jogo em treinamento, motivo de não aparecer em Final Fight 2. Seus golpes são baseados nos golpes que ele possui  no jogo de onde ele derivou, só que adaptados para o mesmo.
  • Ken: Americano, depois de ganhar o torneio de artes marciais dos Estados Unidos, ele ainda mantém sua rivalidade amigável com Ryu, aonde os dois treinam para ver quem é o mais forte. Bom dos ataques dele, posso dizer que ele é como o Ryu (Na descrição do Ryu vou dizer o mesmo :P)
  • Mr. Bison: De origem desconhecida, ele é o Chefão da Shadaloo e espalhador da discórdia, ele participa de tráfico de drogas, lavagem cerebral, clonagem e outros quinhentos. Puxa, como lutador eu nunca venci ele :°(
  • Rosa: Italiana, a mesma entra na estória do jogo com o foco de derrotar o Bison, possui ataques psíquicos, quase como uma versão da magia do Bison, só que pura. 
  • Ryu: Japones, vencedor do primeiro torneio guerreiro mundial, ao descobrir que seu mestre foi assassinado, ele vai em busca do Akuma. Seus ataques são como os do Ken.
  • Sagat: Tailandês, ele vau em busca de vingança, contra o Ryu, que causou a ele uma enorme cicatriz no peito, como mentor do Adom, seu estilo de luta é similar ao do mesmo, só que mais legal. Serio Sagat é muito legal.
  • Sodom, Americano, é outro personagem de Final Fight a entrar no jogo, ele busca por recrutas para sua gangue, possui um visual meio Samurai, ataques mais focados na força física do que na mobilidade, ele me causar muitos problemas para enfrentar, mais ainda para jogar com o mesmo.
Jogabilidade:

O jogo tem a clássica característica de Soco fraco, médio e forte, Chute fraco, médio e forte da serie, como também trás mecânicas do Street Fighter II, como o sistema Super Combo, adicionando agora três níveis, que são preenchidos conforme o jogador executa ataques regulares e especiais, quando atingido o nível 1 para cima, pode se usar ataques do Super Combo. Além disso é possível usar uma contra-ataque, o Alpha Counter, o que console um pouco da carga do Super Combo.
Existe dois estilos de jogo, o Normal e Auto, no Automático, o personagem auto se defendera contra um certo número de ataques, também permiti que o jogador utilize um Super Combo. Na Normal, a defesa te que ser feita de forma manualmente.
Existe novas técnicas, como bloqueio de ar, capacidade de se proteger no ar, combos em cadeia, também conhecidos como Alpha Combos, e a capacidade de rolar no chão depois de cair no chão ao ser atingido por um ataque.
O jogo além do modo versus, tem o modo single player, aonde se enfrenta 7 lutadores aleatórios de dependendo do andamento pode se enfrentar no final ou o Akuman, Bison e o Dan, todos os três são lutadores secretos.

Trilha Sonora:


Playlist postada por, HollowZangetsu88
Créditos ao mesmo: https://www.youtube.com/channel/UCSgR3rYzOuVwP0tsKYHWUOw
Abaixo um vídeo de gameplay.


Vídeo postado por VideoGaming4U
Créditos ao mesmo: https://www.youtube.com/channel/UCq_f3ep8AuN4DmxansRWNUg
Street Fighter Alpha, foi um grande jogo de luta do PlayStation One, e o console recebeu ambas continuações, a 2 e a 3, eu joguei a 3, mas decidi falar da primeira como foi prometido.
Obrigado pela sua visita, veja a meteria feita sobre o jogo anterior desse especial, que foi sobre Winning Eleven 2002/6 e a próxima postagem quando finalizada será disponibilizada aqui, e o jogo sera Fighting Forces.
Veja todos os jogos desse especial, aqui no link abaixo.
http://gdogames.blogspot.com/2015/07/os-10-jogos-que-marcaram-minha-infancia.html
Obrigado e até a próxima.

15 de nov. de 2015

Chōjin Sentai Jetman (Famicom) Falando de Jogo.

E retornamos com a serie de postagens que mais gosto de fazer aqui do Blog, o falando de jogo, como eu gosto muito de Super Sentai, bom estou começando a me aprofundar na serie, já assisti Gokaiger, Akibaranger o sentai não oficial e estou agora no episódio 17 de Jetman, e estou adorando.
Mas como esse blog é para falar de jogos, vi que a melhor maneira de trazer Super Sentai aqui era falando de jogos baseado na serie, assim posso falar de Super Sentai, sem fugir do foco em que o blog foi criado.
E claro aproveito para trazer um pouco da serie. ;)
Chōjin Sentai Jetman é um jogo de ação/plataforma, side scrolling, desenvolvido pela Natsume e publicado pela Angel, uma subsidiária da Bandai, para Famicom no dia 21 de dezembro de 1991, e é baseado na 15° Temporada de Super Sentai, temporada de mesmo nome.
Fiquem com a abertura da serie para dar um climax

  

Estória:
Não vou simplesmente falar do jogo, mas como vou dar uma sinopse da estória da serie, para ficar melhor de compreender o que acontece no jogo e o universo da serie em si, e vou dar uma breve descrição dos protagonistas, no caso os personagens jogáveis, com os nomes dos atores.

Ryu Tendoh (Kotaro Tanaka): Membro originário do Sky Forcer, codinome W6, é o líder dos Jetman e dono do mando vermelho, sendo Red Hawk, possui 25 anos, mas no episodio 13 completa 26 anos, foi o único membro dos Jetman que já pertencia ao Sky Forcer, sua maior motivação de combate, além de sua profissionalidade é o fato de sua amada Rie ter sido morta, pelos Vyram.
Sempre copra profissionalidade e ética dos outros membros e compromisso dos mesmos a missão dos Jetman.
Kaori Rokumeikan (Rika Kishida): Jovem de 22 anos, herdeira de uma enorme empresa Rokumeikan Enterprises, vive com seu mordomo, Jiiya, e devido, sua posição de herdeira de uma poderosa empresa, possui muito dinheiro, tando que devido a questões empresariais, a família dela tentou casar ela com um rico empresário, coisa que não deu certo. Ela entra no time para largar o tédio de sua vida, deixando de ser uma garota mimada. Mesmo com os detalhes em rosa de seu uniforme, ela usa o mando branco, sendo a White Swan.
Raita Oishi (Ikki Tadano): Um jovem de 22 anos, de óculos e um pouco gordinho, ele é um pequeno agricultor e cultiva legumes, devido ao fato de ser um amante da natureza, odeia os Vyram, inimigos dos Jetman. Ele é meio tímido, mais tem um bom coração, sempre disposto a ajudar seus amigos, com seus golpes de força física, como ataques corpo a corpo, ataques baseados em sumo e com pedradas, usa o mando amarelo, sendo o Yellow Owl.
Da esquerda para direita: Ako Hayasaka, Ryu Tendoh, Aya Odagiri, Raita Oishi, Kaori Rokumeikan e Gai Yuki.
Ako Hayasaka (Sayuri Uchida): A mais jovem do grupo com apenas 18 anos, ainda uma colegial, ela é muito viva e alegre, e sonha em se tornar rica, casando com um homem rico. Entrou no time como meio de tentar ganhar um bom dinheiro, de ínicio Kaori, paga, pelos serviços dela, mas, quando em sua primeira luta, ela percebe que deve usar de seus poderes para o bem, ela aceita entrar no time sem cobrar, devolvendo o dinheiro de Kaori, mesmo assim ela ainda sonha em ser rica. Veste o mando azul, sendo a Blue Swallow.
Gai Yuki (Toshihide Wakamatsu): O ultimo membro dos Jetman, e meu preferido, é Gai, um jovem de 25 anos, e o segundo no comando, um homem solitário e que não é de aceitar ordens, seu estilo de luta é um misto de várias artes marciais com briga de rua, as vezes usa de ataques sujos. De início não aceitou ser um Jetman, inclusive não se deu bem com Ryu, mas acaba se interessando em Kaori e se apaixonando pela mesma, sendo um grande motivo de entrar para a equipe. Gosta muito de motos, jogos de azar, bebidas, saxofone e é bem mulherengo. Veste o sagrado mando preto, sendo o Black Condor.
Aya Odagiri (Mikiko Miki): Primeira comandante feminina em um Super Sentai, líder da Sky Forcer, ela arrisca a própria vida pelos seus subordinados, no caso não ela não é jogável.

Agora com esses fatos podemos entrar mais afundo com uma breve sinopse.

A serie se passa em algum lugar do Japão, no ano de 199X, e narra a briga dos Jetman guerreiros da Sky Force, contra os Vyram, organização inter-dimensional. Os cientistas do centro de comando da Sky Force, desenvolveram as ondas Birdonicas, uma onda que propõe a quem seja atingido, habilidades sobre-humanas, e a capacidade de se tornar um Jetman, sendo o objetivo do projeto, criar cinco guerreiros que iriam proteger a terra, para os testes iriam ser escolhidos apenas os melhores soldados da organização, entre eles foram escolhidos dois, para os primeiros testes da maquinas, Ryu Tendoh e sua amada Rie. Sob  as ordens de Aya Odagiri, diretora do projeto, Ryu foi o primeiro a fazer a experiência, sendo exposto com sucesso sob as ondas Birdonicas, se tornando o primeiro Jetman, Red Hawk. Mas de repente, a base em que eles se encontram é atacada por forças misteriosas, Vyram, seres malignos de uma dimensão diferente, cujo tem o objetivo de dominar a terra, durante os ataques a maquina que dispara as ondas Birdonicas acaba disparando para fora da Base Voadora, e atinge quadro pessoas desconhecidas, durante o ataque, Rie acaba morrendo, devido o enorme ataque os membros da Sky Forces são obrigados a se retirarem e mudarem a uma outra base, como o ataque foi inesperado, pegou em cheio os heróis.

Sabendo que uma vez que as ondas Birdonicas atinjam uma pessoa, ela adquiri os poderes automaticamente, e somente elas podem acessar os poderes de Jetman, então Ryu e Aya saem em procura dessas pessoas para recruta-las. Essas pessoas são Kaori Rokumeikan, Raita Oishi, Ako Hayasaka e Gai Yuki, que se tornam White Swan, Yellow Owl, Blue Swallow e Black Condor respectivamente.


Jogabilidade:


É um jogo de ação/plataforma single-player, side-scrolling que lembra um pouco Ninja Gaiden pelo seu visual, bom para mim lembra, aonde o objetivo é passar por cinco níveis, esses chamados por letras, A,B,C,D e E, enfrentando inimigos, obstáculos, até chegar no final e enfrentar um dos chefes de sessão, numa batalha de mechas, aonde a jogabilidade muda, e o jogo fica parecendo um jogo de luta mesmo.
O objetivo do jogo é o mesmo da serie, derrotar Vyram.
A ordem as cinco primeiras fases, bom, não tem ordem, e podem ser jogadas de forma aleatória, usando qualquer personagem, depois de passar pelas cinco, libera a sexta fase e ultima, a AREA F.

Quando se morre em uma fase com um dos personagens, volta para a tela de seleção, e o personagem que estava usando em especifico não pode mais ser selecionado. Mas apenas quando estiver em fase, na luta contra o chefe, caso se perca, perde-se uma vida, caso todas as vidas sejam perdidas ou todos os cinco Jetman morram, creio eu que é Game Over.

Os personagens possuem algumas diferenças entre si, que vão de armas a quantia de Life que possuem.

  • Red Hawk e Black Condor: usam a Bringer Sword, com dano e alcance médio e possuem 8 pontos de life.
  • Yellow Owl: usa a Wing Gaunlet, com dano creio eu médio ou um pouco mais forte que a Bringer Sword e alcance um pouco maior também e possui 7 pontos de life.
  • Blue Swallow e White Swan: usam a Bird Blasters, como são armas de fogo, seu alcance é consideravelmente maior, porém tem o menor dano, em comparação as outras armas, e possuem 6 pontos de life.  

A jogabilidade, é tipica de jogos do gênero, onde é possível pular, chutar, golpear com a arma e usar o ataque especial, cujo o personagem nosso, passa voando pela tela, destruindo todos os adversários nela, cujo usado uma vez, se gasta e não pode ser usado ate o item de reabastecimento ser pego, esse item é semelhante ao pássaro no peito do personagem, e ao logotipo do esquadrão e fica localizado perto da barra de life.
A luta contra os chefões, consiste em batalhas semelhantes as das series, ou seja uma batalha de mechas, aonde usamos o Great Icarus, que é uma das formações das cinco naves dos heróis, contra um monstro gigante, esse baseado em monstros que apareceram na serie.

O jogador tem um medidor de potência que vai se enchendo durante luta, que pode ser usado para executar um especial, que possui quadro níveis ou melhor dizendo são quadro especiais.
Abaixo as fases e os monstros que aparecem no final delas.
Mirror Jigen (Area A)
Camera Jigen (Area B)
Bus Jigen (Area C)
Light Armadillo (Area D)
Dimensional Mammoth (Area E)
Semimaru a Besta da Destruição  (Area F)
Quando o monstro é derrotado, tem uma cena do Mecha usando um ataque especial.
No momento em que estou assistindo a serie, só ví os monstros da Area A e B, e apareceram na serie na mesma ordem A e B, o que leva a crer que conforme vai indo A.B,C,D e E, vão sendo enfrentados nessa ordem os monstros na mesma ordem que aparece na serie, na mesma já vi a aparição do monstro da Area F, mas ele ainda não estava pronto para enfrentar os heróis.

O jogo ainda possui um moto batalha aonde se pode enfrentar qualquer um dos cinco primeiros monstros gigantes, sendo um bom lugar para treinar. 
Pesquisando um pouco sobre o jogo e sobre a serie para complementar a postagem, encontrei no site gamefaqs um artigo sobre o jogo, e nela havia votação dos usuários sobre algumas coisas do jogo, como nota, tempo e dificuldade, e elas foram.
Duração de 3,3 horas num total de 17 votos, uma duração interessante para um jogo de Famicom.
Dificuldade considerado na medida, num total de 41,67% de 24 votos.
E uma nota de 3.70 / 5 num total de 35 votos.
Link do site para mais detalhes e outras votações, Gamefaqs, só trouxe as votações que achei interessante.

Eu achei até fácil, nas partes de fase, se comparar com Ninja Gaiden  é até mamão esse jogo, as partes cujo achei mais difícil foram as lutas de mecha, mas mesmo assim, esta longe de ser o jogo mais difícil do Famicom (Nes), se bem que ser o jogo mais difícil de Nes é meio complicado, a concorrência é grande.
Eu gostei do jogo, não só pelo fato de estar gostando da serie, mais também por que ele é bom e merece os méritos, aliás eu até gosto de jogos nesse estilo, como Ninja Gaiden e Castelvania, ambos tiveram jogos lançados para Nintendinho.

Gráficos:

Eu gosto muito dos visuais do jogo, são bons para o hardware Nes, ainda mais se considerar o fato que o jogo foi lançado somente no Japão. Como podem ver nas imagens que coloquei durante o texto os visuais são bons para o Famicom. Abaixo veja melhor a Gameplay do jogo com um vídeo.
  

Vídeo do canal World of Longplays, por isso deixo aqui créditos ao canal, https://www.youtube.com/channel/UCVi6ofFy7QyJJrZ9l0-fwbQ

Trilha sonora:


Eu gosto muito da trilha sonora do jogo, principalmente da abertura, que me traz até uma nostalgia, mesmo só dito conhecido a serie Chōjin Sentai Jetman nesse ano, se eu que não sou fã, fiquei com esse sentimento, imagina os fãs da serie.

Abaixo playlist com a trilha sonora do jogo.


 


Aproveito aqui e deixo uma playlist com algumas músicas da trilha sonora da oficial da serie.

Do vídeo acima, as que mais gosto são: o tema de abertura de Chōjin Sentai Jetman, Toki wo Kakete, Honoo no Condor, Kokoro wa Tamago e a melhor de todas Youki na Ako-Chan . :)
Chōjin Sentai Jetman é considerado por muitos a melhor temporada de Super Sentai, e não duvido, pelo que já assisti, seu trama e seus personagens são ótimos, destaque para Gai Yuki que é o meu preferido, e é o maior Black que se tem nos Super Sentai, praticamente tudo é excelente e o jogo baseado na serie é muito divertido também.

Eu não assisti Changeman, Flashman e Maskman as três temporadas seguidas que passaram aqui no Brasil pela rede Manchete, aliás nunca assisti seja lá qual for, nunca assisti nada na rede Manchete, sim meio triste. :(

Mas eu posso sim com todas as certezas indicar a serie para você assistir, que você que gostou das três que citei acima, vai gostar dessa. Esse foi o maior motivo de eu não ter aprofundado mais na Estória da serie, uma para não passar Spoiler, e segundo para indicar para você assistir, pois eu nem sequer falei dos membros do Vyram, alias recomendar o jogo também.
Ao lado uma fan Art que coloca os Jetman, lado a lado com Pokémon, cada Pokémon representando a ave que representa os heróis.
Quero agradecer você leitor por ter lido a matéria, sei que ficou longa, mais espero que tenha ficado boa e lhe agrade, é muito fácil eu falar que gostei, alias eu gostei dela mesmo e também
fui eu que fiz, então peço que comente o que você achou nos comentários.
Gdo Games está no Twitter, Google + e Facebook para caso você quiser seguir, mais uma vez obrigado pela sua visita e até a próxima. :)

7 de ago. de 2015

Winning Eleven 2002/6. #6 jogos que me marcaram (PlayStation One)

E nessa sequência dessa serie de postagens dos 10 jogos que marcaram no PlayStation One, chegamos ao sexto jogo, e pelo que eu vi, são tantas versões que achei melhor falar do 2002, para usar de exemplo, como tem muito hack, que enche a internet de conteúdo, pouco conteúdo de cada versão, falar da estética da serie no geral, o 2002/6 vai ser usado apenas como exemplo em partes.
Produzido e publicado pela Konami, no dia 25 de abril no Japão e 25 de outubro na Europa, ambos em 2002, sem data para a América, Winning Eleven 2002 ou 6 é um jogo da serie World Soccer Winning Eleven.
O japonês que estampa a capa do jogo é Masashi Nakayama, que jogou na copa do mundo da França representando o Japão. Já foi várias vezes artilheiro da J-League, liga japonesa e foi considerado uns dos 11 melhores jogadores da temporada 2002, vestindo a camisa 9, sua aparição na capa ajudou as vendas do jogo. Confira um pouco dele AQUI.
O jogo conta com os comentários de John Kabila e Testsuo Nakanishi ex-jogador de futebol.
Abaixo confira a introdução da 10 versão, mesmo não sendo desse jogo, ela é bem marcante, e é difícil falar já que joguei muito hack.


Jogabilidade e um pouco do jogo:

Winning Elven é uma serie de futebol, que no japão tem duas verões a J-League, que é a do campeonato japonês e a World Soccer essa vendida e comercializada no resto do mundo.

Devido a um contrato com a Fifa, o jogo pode conter seleções corretas com uniformes e nomes oficiais. Seleções como.
Argentina, Arábia Saudita, Austrália, Alemanha, Áustria, África do Sul, Bélgica, Brasil, Bulgária, Camarões, Coreia do Sul, Chile, China, Colômbia, Croácia, Dinamarca, Eslováqui, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Holanda, Irã, Israel, Irlanda do Norte, Inglaterra, Itália, Iugoslávia, Jamaica, Japão, Letónia, México, Marrocos, Nigéria, Noruega, Paraguai, Peru, Polónia, Portugual, Romênia, Rússia, Suécia, Suíça, Senegal, Tunísia, Turquia, Ucrânia e Uruguai.
Vou ser rápido e direto em vários fatores, o jogo é um simulador de futebol, por assim dizer, ou seja é possível passar, cruzar, chutar, cabecear, marcar, driblar, correr, desamar e é claro quebrar no carrinho.
Winning Eleven trouxe muitas novidades ao estilo de jogo, como tabelas, com L1 e X, aumento na inteligência artificial, entre as melhorias e novidades, pode se destacar as mudanças de câmera que o jogo trouxe, menus mais rápidos e práticos, nível de velocidade alterável, podendo controlar a velocidade do jogo, e claro ao medidor de força que varia de 12 a 19.
Além de modos tradicionais, como Liga, Copas, Amistosos e outro, tem o que é a maior adição dessa serie, a Master League.
Fácil de operar e de entender, mesmo para iniciantes, e consegue atrair pessoas mais leigas e pessoas mais experientes sobre o assunto, pois é muito intuitivo, a master league, é um modo que simula mais diretamente o futebol real, aonde se tem uma liga, e tem que cuidar da gestão de um time a escolher, o time começa com um time pre-definido, que trazia os jogadores ao lado e outros. Grande Ximenes.
Nesse modo pode se comprar jogadores de outros times, ganhando créditos, ao vencer partidas ou empatando, vencendo ganha-se mais créditos.
A quantidade de informações que o modo trazia era fenomenal, tem muitas coisas que tinha nesse jogo, que poderiam voltar em edições mais novas, tinha muitas estatísticas.
Mas o mais legal de tudo era o rosto dos personagens que era tudo igual, e claro dos comentários, aquela voz bem robotizada.

Memórias:

A maioria dos jogos que joguei era hack, tinha com o brasileirão, com a copa do mundo de 2006, com a liga europeia, a que mais joguei, e uma bem doida, aonde tinha a seleção da libéria, com os jogadores tudo com 2 metros de altura e poderes com todos os status amarelos.
Independente da versão, o modo Master league era o mais jogado, por min, meu irmão, meus primos, esses sim tiveram a infância marcada pelo jogo.
A gente achava um barato os jogadores da Master League, hoje em dia nem se fale, é o melhor time que pode se ter no jogo, o mais legal.
Nota, eu tenho a fama de fazer carrinho e ser quebrador, nessa época eu não tinha.

Trilha Sonora:

De alguns jogos, algumas músicas.
Musica: Result - J-League Jikkyou Winning Eleven 3


Musica: StaffRoll - J-League Jikkyou Winning Eleven 3


Musica: Result 1 - World Soccer Jikkyou Winning Eleven 4


Musica: StaffRoll - World Soccer Kikkyou Winning Eleven 4


Musica: Select 4 - World Soccer Kikkyou Winning Eleven 2000


Musica: Ovation - World Soccer Kikkyou Winning Eleven 5


Musica: Ending 3 - World Soccer Kikkyou Winning Eleven 6/2002


Link para download da trilha sonora, Downloads Kshinder
http://downloads.khinsider.com/game-soundtracks/album/winning-eleven-original-soundtrack
Algumas outras faixas.


Canal que publicou o vídeo, Winning Eleven PSOne
https://www.youtube.com/channel/UC5Q9xtZjjKhx6DCsPiji00w

Abaixo um vídeo de gameplay.

Canal que postou o vídeo, TV Game Turbo, crétidos ao mesmo.
https://www.youtube.com/channel/UCbvtUQXJ8nPghTnDsEtzceA
Quero agradecer a todos, foi uma coisa para fazer essa postagem, faltou informação, achar informação e fazer usando a memória é difícil faz tempo que não jogo, fonte wiki japonesa.
Ao lado essa pequena zoeira, aonde o Castolo com visuais de PES, é uma figura da Copa.
Fique ligado na serie de postagens, dos jogos que me marcaram no PlayStation One, postagem anterior Crash Bandicoot, próxima postagem Street Fighter Alpha, lista completa aqui.
Siga-nos nas redes sociais, e até a próxima.
Valeu.

6 de ago. de 2015

Crash Bandicoot #5 Jogos que me marcaram (PlayStation One)

E na quinta parte dessa serie de postagem dos 10 jogos que marcaram minha infância no PlayStation One, ele Crash Bandicoot, com certeza a serie mais marcante da plataforma e digo mais o Warped consegue ser o melhor jogo da mesma.
Produzido pela Naughty Dog e publicado pela Sony, com lançamento de 31 de agosto nas Américas, novembro na Europa e 6 de dezembro no Japão, todos em 1996.
Criado por Jason Rubin, diretor e Andy Gavin, programador, com Dave Bagget como programador, com Charles Zembillas, Joe Pearson e Bob Rafei como artistas, escrito por Jason Rubin, e com a trilha sonora composta por Josh Mancell todas as vozes foram feitas por Brendan O'Brien.
Depois dessa rápida e curta introdução, escute a música abaixo e siga com a postagem. :)

Musica: N. Sanity Beach.

Estória:
Em uma ilha, o malvado Dr. Neo Cortex e seu assistente N. Brio, tem um monte de animais de variadas especies em cativeiro, para testes, usando uma arma que dá inteligencia a animais, e outra criada por Cortex, chamada de Vortice que é usada para submeter os animais a serem escravos, a espécime que seria usada para esse primeiro teste, é o Crash Bandicoot, um bandicoot que seria transformado em um general. Mesmo com todas as advertências de N. Brio sobre os perigos, devido a maquina esta incompleta, Cortex prosseguiu com o plano, que não deu certo, pois Crash tinha muita bondade em sí e não podia ser controlado, e acabou sendo descartado.
A cair no mar, Crash acaba parando na N. Sanity, lembrando que a Tawna, outra Bandicoot ficou presa no laboratório, Crash parte em uma jornada e junto a Aku Aku, um antigo espirito que vive dentro de uma mascara, que Crash conheceu na ilha ele vai numa aventura para salvar Tawna. Enfrentando pelo caminha índios, como Papu Papu, e animais que sofreram com as experiências de Cortex como Koala Kong, Pinstripe Potoroo e claro as forças de N. Brio e Cortex, passando por florestas, templos, cavernas, fabricas e laboratórios.

Jogabilidade:

Crash Bandicoot se passa nas ilhas fictícias Wumpa, um arquipélago situado na costa sudoeste da Austrália e possui 32 fases, sendo 6 chefes e 2 secretas. é um jogo de plataforma, com uma jogabilidade planejada, sendo possível pular com o botão X, rodopiar com o botão Círculo ou o Quadrado e ver alguns Status como o botão Prisma. Pode matar alguns inimigos pulando em cima ou rodando.
O jogo possui em certas fases caixas, que caso o jogador destrua todas as caixas da fase e chegar ao final sem morrer, ele ganha um diamante, esses diamantes habilitam o final secreto, além dessas caixas podem conter itens.

  • Frutas Wumpa: A fruta que Crash mais gosta, caso o jogador colete 100, uma vida será concedida
  • Moedas de Crash: Concedem um vida.
  • Moedas de bônus: São três por fase, que levam o jogador a um nível bônus. 
  • Aku Aku: Concede ao jogador um pouco mais de resistência, caso o jogador tenha uma, ele pode levar um ataque a mais, caso tenha 2 pode levar 2 ataques a mais sem morrer, mas se o jogador obtiver 3, ele se torna invencível por um certo tempo.
Existem outras caixas:
  • Caixas Checkpoint: Servem para que quando o jogador morre, ele retorna a partir da ultima caixa Checkpoint que quebrou e não do ínicio.
  • Caixas TNT e Nitro, a TNT explode e causa dano caso seja atacada por um rodopio, mas caso o jogador pule em cima, ela entra em contagem regressiva de 3 segundos para explodir, já a Nitro explode com o toque.
O jogo conta com um final secreto que não irei contar aqui inteiro para não sair tando spoilers, mas apenas um pedaço que é o que me deixa mais pensativo.
O final de Ripper Roo.

''Depois de uma intensa terapia de oito anos de uma melhor educação, Dr. Roo começou a escrever o renomado livro ''Através dos olhos do Vórtice: Um rápido estudo sobre a evolução e suas consequências''. - Ripper Roo''
Isso me deixou muito pensativo, sobre os efeitos de tal maquina, e aumenta a profundidade da estória, principalmente a do personagem.

Memórias:

Dos três, o mais difícil, sofri um monte nas fases da pedra, aquelas da primeira ilha, graças a ela eu vi um monte de vezes a tela de game over, o clima que o jogo trazia era grande forte, as fases eram padrão, seguia uma linha de estória, a mais legal era a do javali. :)
Os bônus tinham dois, o primeiro que é da Tawnia, o mais fácil e o segundo que era do N. Brio que era quase impossível de passar, nunca passei, se passei foi uma vez e na mais pura sorte que existe.
Mas o que mais me lembro era os cadernos e papeis todos riscados com inúmeros Passwords, e claro a música tema e os bongôs dela. :)

Trilha Sonora:

Desse jogo eu achei no site, confira algumas músicas usadas no jogo.
Musica: Bonus Round (Tawnia)


Musica: Jungle Rollers.


Musica: Papu Papu


Musica: Dog Wild


Musica: Heavy Machine


Musica: The Great Hall, Ending Alternative Theme.


Confira uma GamePlay do jogo.

Vídeo publicado no youtube pelo canal World of Longplays, crédito ao mesmo.
https://www.youtube.com/channel/UCVi6ofFy7QyJJrZ9l0-fwbQ
Quer baixar a trilha sonora do jogo, confira esse site.
http://downloads.khinsider.com/game-soundtracks/album/crash-bandicoot-1-psx-gamerip-
Crash Bandicoot, foi um jogo bastante marcante na minha infância, e nessa postagem falei um pouco sobre ele, passei cerca de 1 hora editando, digitando e produzindo ela, mas foi bem compensador, não entrei muito em detalhes extras, como curiosidades e estória, para não passar spoilers.
Era apenas isso que queria falar sobre o mesmo.
Postagem anterior, Power Rangers Time Force, próxima postagem Winning Eleven 2002/6, confira lista completa dos 10 jogos AQUI.
Muito obrigado pela sua visita e até a próxima.

4 de ago. de 2015

Power Rangers Força do Tempo, Serie, #4 jogos que me marcaram (PlayStation One).

E nessa quarta parte, da serie de postagens que falo de jogos que marcaram minha infância no PlayStation One, trago esse jogo que não apenas marcou minha infância pelo jogo, mais também pela serie.
Power Rangers Força do Tempo (Time Force)
Produzido pela Climax, e publicado pela Thq, para PlayStation One em 02 de novembro para as Américas e 07 de dezembro para a Europa, também recebeu versões para Game Boy Color e Game Boy Advance, essas vou falar em outra postagem.
O jogo foi claramente baseado na serie de mesmo nome, que eu adoro e assisto até hoje :)
Aproveitando que vou falar do jogo, vou nessa postagem falar da serie, já que o foco do blog é jogos, não tem sentido eu fazer um postagem para falar da serie, mas nesse caso vou pegar carona.

Estória da serie: (Pequenos Spoilers do inicio da serie)

No ano 3000, existe uma especie de polícia, a Força do Tempo, que age capturando criminosos, dentre esses criminosos tinha um em especial, que eles não estavam conseguindo capturar, Ransik, um mutante que a tempos estava sendo procurado, e numa operação, Alex o ranger vermelho, consegue capturar Ransik e até então frustrar seu plano de viajar no tempo, e dominar a terra antes da Força do Tempo existir. Até então.
Nisso, aconteceu o julgamento de Ransik, que foi considerado culpado e como pena foi mandado para a prisão criogênica, ficando a cargo de Jen, Lucas, Katie e Trip, o levarem para a prisão. Numa reviravolta, Nadira, filha de Ransik, e Frax, um robô, atacam o caminhão que leva-vá Ransik, e o liberta, deixando-os heróis atordoados na estrada.
Nisso Ransik se prepara para atacar a prisão, e preparar sua fuga no tempo, mas Alex, o encontra de novo, em mais uma luta.
Depois de perderem Ransik, Jen, Lucas, Katie e Trip perdem o emprego na Força do Tempo, mas os mesmos não podiam deixar assim, sabendo do plano de Ransik, eles vão a prisão, mas é tarde demais, Ransik golpeia Alex nas costas, e o destrói, melhor dizendo mata-o, suas ultimas palavras é para que Jen leva-se seu morfador e com seus amigos, viajarem no tempo e impedir Ransik, que voltou no passado e levou consigo vários prisioneiros congelados, isso deixou Jen, muito triste, já que a mesma iria se casar com Alex, e com sua equipe resolvem voltar no passado, para o ano 2001.
Alex, deixa para o quarteto, 4 morfadores mais o dele, e quando ele vão ativar, o marfador, descobrem que necessitam da ativação do morfador de Alex, mais como, se os mesmos só podem ser ativados por DNA, aí que entra Wes, um habitante dos anos 2000, que possui um DNA semelhante com o do Alex, a partir daí a serie se desenvolve, incluindo a entrada do Ranger Quantum Eric e a coruja mecânica que ajuda os rangers, Circuito.
A Estória do jogo é a mesma, mas com fases com características próprias e poucas alterações.
Abaixo a abertura da serie.


Canal que postou o vídeo: KadamRangerFan, créditos ao mesmo.
https://www.youtube.com/channel/UC9kj7j22kNXz-DQQ2BCFX2A
Outros atores, Douglas Fisher como Phillips, o mordomo dos collins, Brianne Siddall como a voz do Circuito, Eddie Frierson como a voz de Frax e Neil Kaplan como a voz de Gluto, um monstro.

Jogabilidade:

O jogo é um beat 'up, de ação e aventura, essa é a versão mais famosa do jogo, consiste em sete fases, aonde podemos coletar energia, através de fontes no chão, derrotando Cyclobots, que são capangas, e enfrentando chefes, geralmente 2, um no meio da fase e outro no final, sem contar com a revanche do mesmo, com direito a luta de megazord. O chefe final é Ransik.
As fases são, The Path to Silver Hills, Hostage of Time, Peril on the High Seas, The Dawn of time, Midnight Castle, the Coliseum of Frax e The Final Mutation.
Tem algumas fases com temas, como velho oeste, piratas e coliseus, e os inimigos como Cyclobots usam roupas a caráter das fases.
É possível desbloquear o Ranger Quantum, mas para isso é necessário coletar itens pelas fases, ao final de cada fase o jogador volta a ''Torre do Tempo'' lugar aonde os rangers moram na serie, no jogo serve como passagens para as fases, temos tutoriais que ensinam a usar habilidades especiais, como:

  • Um soco no chão, que atinge os inimigos mais distantes.
  • Um golpe giratório que atrai ventos e faz um pequeno tornado em torno do Power Ranger, causando danos ao inimigos.
  • Os megazords também tem especiais, o megazord do tempo, modo azul, lança um disco e o modo vermelho eletrocuta o inimigo quando próximo, ambos usam uma bola de fogo como segundo ataque

O jogo tem tempo, mas quando acaba, não morre, mas se passar da fase com tempo positivo se ganha pontos extras, tem especies de ampulhetas pela fases que ajudam no tempo, tando mais, e  power ups como um que tem o desenho de braço, que aumenta a força e deixa o jogador invunerável por um tempo.
Diferente do jogo anterior Lightspeed Rescue, em que apenas é possível usar um ranger o jogo todo, nesse

pode variar em cada fase e a Ranger Amarela é a mais forte do jogo, em força física, sendo fiel à serie.
Pode jogar em dois jogadores no modo versus que é apenas a luta de megazords, podendo usar os vilões.
No jogo a desbloqueáveis, como imagens, músicas e cutscenes.

Memórias:


Me lembro na época que pedi esse jogo para o meu pai, e ganhei ele, fiquei doido para jogar, e não conseguia, pois o controle estava na segunda entrada, com apenas o segundo controle e tentando jogar, e antes disso eu e meu tínhamos jogado Street Fighter Alpha com o segundo controle, por isso eu tentei aqui.
Eu me lembro do Circuito sempre me tando dicas para passar, eu não entendia nada, mais adorava ver o Circuito mesmo assim, dos barulhos dos Cyclobots, e dos chefes robos, de chegar no final e ver o chefe crescendo para uma luta contra o megazord, bem típico de Power Rangers.
Como eu gostava de Power Rangers e ainda gosto, gosto de todos, lembro das telas de carregamento das fases que mostravam um desenho, uma cena, com a face de um ranger, aquilo era muito incrível, eu gostava, e me marcou pois eu estava jogando, enquanto estava carregando, com a foto do ranger azul e com o fundo do coliseu, eu fui na sala, e a televisão estava ligada e tava dando uma notícia sobre o papa, e isso foi uma cena meio boba, mas eu não esqueci, lembro mais dela do que do jogo, coisas simples que ficam.
Mas a coisa que eu mais gostava no jogo era a abertura, como eu assistia a TV Globinho, e na mesma não mostrava a abertura, eu vi pela primeira vez no jogo e adorei, eu fiquei louco de faceiro, assistindo aquelas cenas.
Mas hoje eu lastimo nunca ter liberado o Quantum ranger, eu nem sabia que tinha ele no jogo, mas mesmo assim :(
Abaixo uma gameplay do jogo

Essa música de primeira fase eu adorava:)
Canal que postou o vídeo, dubb88's channel, créditos ao mesmo.
https://www.youtube.com/channel/UCQmgXkEP6_YcVqKU_nYf1cg
Não achei OST, pois aparece a da serie não do jogo, mas pode-se achar.
Eu iria a cima colocar o nome dos atores, mas na abertura consta :), mas vou deixar em especial umas citações. Aos que participaram de jogos.
  • Jason Faunt que interpreta na serie os personagens Wes e Alex, Rangers vermelhos, que também emprestou seus movimentos ao Leon no jogo Resident Evil 6 (2012). 
  • Erin Cahill, que interpreta a Jen, ranger rosa, para suas participações como Karen Erra em Phantasy Star Universe (2005), e emprestando voz e nas capturas de movimento da personagem Chloe ''Karma'' Lynch no jogo Call of Duty Black Ops 2 (2012).
  • Daniel Southworth que interpretou Eric, o ranger Quantum, interpretou também Kenshi na serie Mortal Kombat Lecay (2013), produzindo as cenas de lutas de Halo 3, emprestando seus movimentos nos jogos, Resistance 3, Killzone 3, Killzone Shadow Fall, Ninja Gaiden 3, Dark Souls 2, Resident Evil 5. Emprestando sua voz em Ultimate Marvel vs Capcom 3, e emprestando sua voz e movimento ao Virgílio de Devil May Cry nos jogos 3, 3.5 e 4.
  • Vernon Wells que interpreta o vilão Ransik, pelos seus papeis, De Ridge em Ty, the Tasmania Tiger: Night of the Quinkan (2005) e como Samael na serie Darksiders (2010 e 2012)
  • Eddie Frierson que empresta a voz para o robô Frax, trabalhou nos jogos, Ace Combat 5: The Unsung War, como Alvin H. Davenport, Best Down: Fists of Vengeance, como Aaron, The Bouncer com vozes,  EverQuest 2: Echoes of Faydwer, como Mazkeen e Lyrech 2 humano, Dragon Ball GT: Final Bout como Frieza e Suikoden V como Roog, e vozes para Inherit the Earth: Quest for the Orb, Medal of Honor, Bushido Blade 2 e a serie Dynasty Warriors. 
  • Brianne Siddall, que empresta a voz para a coruja robotica Circuito, emprestou a voz para, Calumon em Digimon Rumble Arena, Keenan Crier em Digimon World Data Squad, em Disgaea 4 e D2 para a personagem Emizel, Final Fantasy XI online como jovem Aldo, Onimusha: Dawn of Dreams com vozes adicionais, Soulcalibur IV como Angol Fear, Suikoden IV como Rakgi, Tales of Symphonia como Mithos,  da serie Xenosaga como Gaignun Kukai, Jr. e em Zatch Bell! Mamodos Battles como Kido.
  • Neil Kaplan que emprestou a voz para o malvado Gluto, emprestou a voz em Baten Kaitos Origin como Wiseman, BioShock Infinite como John Hammond, Bonecraft como Captain Fort Worth, em Final Fantasy XIII, XIII-2 e Lightning Returns: Final Fantasy XIII como vozes adicionais, Guild Wars 2 como vários personagens, Infamous First Light como vozes adicionais, Shadow of Mordor como Nemesis Orcs, Ninja Gaiden II como Genshin, Skylanders Giants e Skylanders Swap Trap como Batterson e Hatterson, Skylanders Spyro's Adventure como Nort, StarCraft II: Wings of Liberty, como Tychus Findlay, The Last of Us com vozes adicionais e World of Warcraft: Cataclysm como Cenarius. Além de dublar outros personagens em outras temporadas de Power Rangers, o mais significativo foi o vilão Diabólico em Power Rangers Lightspeed Rescue.
Fonte para os fatos acima: Wikia Power Rangers e IMDB para Daniel Southworth, Voice Acting para Brianne Siddall, o site Behind the voice Actors para Neil Kaplan.
Fontes gerais: Power Raners Wikia e Wikipédia para fatos como data de lançamentos e algumas dúvidas minha.
Power Ranger foi muito marcante na minha infância e consequentemente vida. :)
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Postagem anterior WWF SmackDown!, próxima postagem Crash Bandicoot, lista completa com todos os jogos AQUI.
Obrigado e até a próxima.